Mais pai, menos profissional ?

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Quinta feira passada, depois do almoço, recebo um email. Reunião próxima segunda em outro pais da Europa (depois foi re-marcada pra terça).

Todos os servidores no meu cérebro ligados em máxima potencia, tentando processar, digerir e resolver a situação.

Trabalho em uma empresa internacional. Em 2003 viajei mais de 100 dias, 1/3 do ano estava em outro lugar.

Uma vez passei 1 semana em Singapura, voltei pra Europa, troquei de mala e fui 1 semana pros EUA, fuso horário de lascar.

No Brasil, antes de vir pra cá, vinha pra Alemanha de 6 em 6 meses. Mas, desde quando nos mudamos pra cá, estava quietinho no meu canto.

E a misera parte que pensava em sentir falta de viajar, nem fazia cocegas pra felicidade de estar todos os dias em casa com a família.

Mas, na quinta feira passada surgiu esta reunião. São apenas algumas horas, mas vai ser a primeira vez que estaremos em cidades diferentes desde que virei pai solo.

Na ida consigo levá-lo na escola e ir pro aeroporto, mas vou chegar a noite, então tive que contar com ajuda pra buscá-lo na escola e ficar até a noite.

Mas pensei em dizer que não poderia ir … mesmo que fosse ser péssimo profissionalmente.

Hoje sei que se algo acontecesse, em 30 minutos estaria com ele nos meus bracos, pra acolher. Não sou medico, não tenho treinamento, mas sou bom de colo. Amanha rezar pra que o acolhimento não seja necessário, ou que se for, que o acolhimento disponível seja suficiente.

Que os voos sejam tranquilos e horários sejam mantidos 😉

 

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