O respeito pelo individual e o poder do coletivo

Sexta feira veio uma amiga da minha esposa, que estava visitando Berlim, nos visitar em Hamburgo.

E conversamos bastante sobre as diferenças entre países. Aqui é muito claro o respeito pelo outro. Você pode vestir o que quiser, pintar o cabelo da cor que quiser, etc.

Quando alguém deixa um gorro cair, uma luva, quem passa tira do chão e coloca mais alto, no muro ou preso numa placa, pra quem perdeu, quando passar no caminho de volta achar.

Mas ao mesmo tempo, moramos num apartamento, que faz parte (obviamente de um prédio) , que faz parte de um condomínio. Não tem muros, os apartamentos são diferentes (tamanhos, numero de quartos, etc). Mesmo assim fazemos parte de algo em comum. E existe no terreno um parquinho, com balanço, escorregador, tirolesa, etc.

Ao invés de contratar uma firma pra cuidar do parquinho, as pessoas fazem um mutirão, com o auxílio das crianças pra aparar a grama, cortar o mato que nasce perto dos bancos, etc.

Geralmente depois, rola um churrasco e assim os vizinhos acabam se conhecendo. Claro que não eram 10% dos moradores, mas estivemos lá presentes, ele foi a criança que mais trabalhou.

Depois ele ficou tímido (acho suuuuper irônico) e eu tive que apresenta-lo pras outras crianças e perguntar se ele podia brincar junto.

Brincou, se divertiu, o dia estava lindo. E participamos do mutirão do parquinho.

 

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